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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

Libertação Espiritual faz parte de uma das nossas leis



Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

O efeito devastador das drogas na saúde do coração!

Cada vez mais, nota-se o aumento do consumo de drogas, lícitas ou não, entre os jovens e adolescentes. Sentimentos como depressão, culpa, ansiedade exagerada e baixa auto-estima são alguns fatores relacionados ao uso de substâncias psicoativas. Entre as mais comuns, estão as ilícitas: maconha, cocaína e crack, entre outras. As consideradas lícitas, como o cigarro e o álcool, também são muito consumidas nessa faixa etária e têm efeitos devastadores.

Na busca por um falso prazer, por uma pseudo-segurança, as drogas são grandes vilãs. Acarretam irreparáveis prejuízos físicos e até mesmo psíquicos. “A maioria das drogas causa a liberação de hormônios do organismo responsáveis por aceleração do ritmo cardíaco e aumento da pressão arterial. Por conseqüência, ampliam as chances de arritmia cardíaca. É preciso encarar que se trata de um problema de saúde”, alerta o Dr. Bráulio Luna Filho, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP).

De acordo com o Dr. Bráulio, os prejuízos provocados pelo uso dessas substâncias podem ser agudos - processo de intoxicação ou overdose - ou crônicos, com alterações irreversíveis em muitos casos. A cocaína, por exemplo, é a principal causa de infarto agudo do miocárdio em pessoas com menos de 30 anos. Já o crack, com ações mais intensas, é uma condenação à morte. A perspectiva de vida é reduzida drasticamente após dois anos de dependência.

A maconha não apresenta efeitos tão maléficos ao coração, pois causa relaxamento, em vez de excitação. Mas afeta outros órgãos com gravidade. “Os efeitos, a longo prazo, são resultados das reações anteriores. As tragadas, inaladas ou injetadas, repetidas e somadas, causam danos importantes, como micro-infartos e isquemias cardíacas”, adverte Dr. Bráulio. Vale lembrar que o determinante da gravidade é diretamente relacionado ao seu acúmulo e ao tempo de uso.

É preciso mais do que força de vontade e determinação para abandonar a dependência química. O recomendado é um tratamento psiquiátrico integrado, no qual família e usuário são assistidos em conjunto, além de um acompanhamento médico regular para avaliar a extensão dos prejuízos à saúde física.

Efeitos das drogas ilícitas mais conhecidas

Maconha

Altera a percepção, causando comprometimento da capacidade mental, boca seca, aumento do apetite, taquicardia, aumento da pressão arterial, ansiedade e alucinações. A longo prazo, provoca distúrbios respiratórios, síndrome de dependência, diminuição reversível ou não das capacidades cognitivas e alterações de fertilidade e libido.

Cocaína

Tida como droga estimulante, seus primeiros efeitos são a elevação da auto-estima, seguida de cansaço, insônia e perda de apetite. Após um curto período, gera uma forte depressão. A longo prazo, provoca a perda de tecido cerebral, danos à inteligência, necrose da mucosa nasal ou das veias, dependendo da forma do consumo, infecção sanguínea, pulmonar e coronária.

Crack

Provoca euforia plena seguida de depressão, insônia, perda da sensação de cansaço, de apetite, de peso e desnutrição, problemas pulmonares como tosse, expectoração, pneumonia e edema pulmonar. A longo prazo, causa ataque cardíaco, derrame cerebral, aumento da pressão arterial e convulsão.

Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Campanha contra as drogas!

Consciência

Os famosos e as drogas

Os famosos e as drogas

Em 1959, Judy Garland, uma das mais célebres cantoras e atrizes de Hollywood, quase morreu de uma doença hepática causada pelo uso excessivo de remédios e álcool. Sua morte só ocorreria dez anos depois, de uma overdose de barbitúricos. Não foram poucas as personalidades que tiveram problemas com as drogas. A seguir, uma relação de gênios e mitos que usaram drogas, desde remédios para dormir até drogas mais pesadas como a cocaína. Marilyn Monroe, outro grande mito do cinema, morreu por causa de uma overdose de calmantes e barbitúricos. O cantor e eterno “ Rei do Rock” Elvis Presley abominava cocaina, maconha e heroína, mas em compensação, vivia abusando de drogas medicamentosas. Elvis costumava consumir moderadores de apetite e remédios para perda de peso em conquetéis diários. Um certo dia, foi encontrado desmaiado no banheiro de casa e mais tarde declarado morto. A autópsia revelou que o ataque cardíaco que o vitimara provavelmente fora ocasionado pela ingestão de oito ou mais drogas. O também norte-americano Tennessee Williams , além de usar tranquilizantes em demasia, consumia álcool sempre além da conta. Por causa do alcoolismo, o escritor brasileiro Lima Barreto, autor de clássicos como Triste Fim de Policarpo Quaresma e Recordações do Escrivão Isaías Caminha, esteve internado duas vezes em manicômio. Em virtude de problemas com álcool, Jack Kerouac sofreu uma hemorragia de varizes no esôfago, o que o levou a fazer 26 transfusões de sangue. Foi o alcoolismo que acabou levando Kerouac à morte. Também foi o excesso de álcool que tirou a vida do cantor brasileiro Raul Seixas. O consumo abusivo da bebida fez com que Raul se internasse para tratar da depência. Os resultados, no entanto, não foram duradouros. Raul sempre voltava a beber. Sua morte ocorreu em agosto de 1989, vítima de pancreatite aguda. A morte da cantora Elis Regina foi ocasionada pela perigosa mistura de bebida alcoólica com cocaína. Outro que se afundou no álcool foi Edgar Allan Poe. O escritor norte-americano entregou-se de vez à bebida na ocasião da doença e morte da esposa. Embora conseguisse se manter em pé, ele foi encontrado várias vezes embriagado. Numa dessas ocasiões, Poe passa terrivelmente mal, é socorrido, mas falece dias depois no hospital. Uma das personalidades que abusou do álcool foi Gioacchino Rossini. Dizem que foi embriagado que o compositor italiano compôs a maior parte de sua obra. Autor do clássico teatral Esperando Godot, o irlandês Samuel Beckett também vivia alcoolizado. Outro que bebia compulsivamente era o escritor norte-americano Dashiell Hammett. O escritor Truman Capote, de À Sangue Frio, também era um grande consumidor de bebida alcoólica. Frequentador assíduo de pubs, o pintor Francis Bacon (que era compatriota de Beckett) costumava ser visto embriagado. Além de alcoólatra, Bacon, famoso por suas pinturas de corpos e rostos deformados, era viciado em jogos. Vincent Van Gogh, um dos maiores pintores nascidos na Holanda, era viciado em absinto, uma bebida com alto teor alcoólico que, além de dependência, causa sérios danos ao organismo. Artista que viveu praticamente na mesma época que Van Gogh, o francês Toulouse-Lautrec também era chegado no absinto. O abuso do álcool ajudou a abreviar a vida do pintor que melhor soube retratar em sua obra a noite parisienses e seus cabarés. Os poetas Paul Verlaine e Arthur Rimbaud não se limitaram ao absinto. Além da bebida, ambos consumiram diversos tipos de drogas, entre elas o ópio e a maconha. Jack Pollock se encontrava embriagado no momento em que sofreu o acidente de automóvel que acabou por lhe tirar a vida. Não era à tôa que ele estava bêbado. O pintor, um dos maiores mitos da arte norte-americana da primeira metade do século XX, conviveu durante boa parte de sua vida adulta com o vício do álccol. Jean-Michel Basquiat, famoso por sua obra e pela parceria com Andy Warhol, morreu de overdose de heroína. Certa vez, o pintor nascido nos Estados Unidos foi trancado num atêlie até pintar um número suficiente de quadros para uma exposição. Recluso, Basquiat era abastecido de maconha, cocaina e heroína por uma portinhola. Billie Holiday certa vez foi presa sob a acusação de “receber, facilitar o transporte e ocultar drogas”. Viciada, a cantora, que se consagrou como mito da música negra norte-americana, faleceu em virtude de uma overdose de heroína. A cantora Janis Joplin, um mito da contracultura e dos anos 1960, detestava certos tipos de drogas como LSD e maconha, mas acabou morrendo de overdose de heroína. Quinze dias antes de Janis Joplin, falecia o guitarrista Jimi Hendrix. O lendário Hendrix morreu sufocado pelo próprio vômito a caminho do hospital, depois de uma overdose de barbitúricos. Jim Morrison, vocalista do grupo The Doors, foi encontrado morto na banheira do apartamento onde vivia. Exames revelaram que ele falecera em virtude de um ataque cardíaco. Sempre se desconfiou de que Morrison morrera de overdose. A suspeita é de que ele tenha cheirado heroína aos invés de cocaína. Viciado em heroína, Kurt Cobain, vocalista e líder do mitológico grupo de rock Nirvana, costumava se apresentar drogado. William S. Burroughs, além de dependente de heroína, foi consumidor de LSD e cocaina. O autor de livros como Almoço Nú e Junky chegou a ser preso por porte de drogas. Figura folclórica dos inesquecíveis anos 1950 e psicodélicos anos 60, Allen Ginsberg particiou de quase todos eventos importantes da época. Mais do que isso, ele experimentou de quase tudo em matéria de drogas, principalmente maconha e LSD. Ginsberg não só experimentou como ajudou a transformar o LSD na droga da moda entre os hippies e a juventude de Woodstock, do Stonewall e dos protestos contra a Guerra do Vietnã. Jean Cocteau – poeta, escritor, crítico de arte, desenhista, escultor e (ufa) cineasta francês – manteve o vício do ópio durante um longo tempo. O vício era tamanho que, num determinado momento, sentindo-se deprimido, Cocteau chegou a fumar 60 cachimbos da droga por dia, o que o obrigou a passar por um doloroso período de desintoxicação. O poeta e pintor britânico Dante Gabriel Rossetti era viciado em ácido clorídrico, substância usada como remédio para dormir. Dante chegou a ter um colapso por causa da substância, mas nem assim abandonou o vício. Já a cantora Edith Piaf, ícone da canção francesa do século XX, manteve durante longo tempo o vício da morfina. Aldous Huxley, autor do clássico Admirável Mundo Novo, narrou suas experiências com alucinógenos num livro chamado As Portas da Percepção. Também foram as drogas (em especial o ópio e haxixe) que inspiraram o poeta Charles Baudelaire a escrever Os Paraísos Artificiais, uma reflexão sobre o uso de substâncias alucinógenas. Baudelaire e Huxley não foram os únicos nem os últimos a passar as experiências com drogas para o papel. O escritor Paulo Mendes Campos certa vez escreveu um relato sobre experiências com alucinógenos que foi extremamente elogiado pela crítica. Para escrever sobre o assunto, o escritor brasileiro experimentou LSD sob a supervisão médica de um amigo. Seus pontos de vista e observações estão no ensaio Experiências com LSD, publicado pela primeira vez no começo dos anos 1960.

skank - "Super Maconha"

Skank


Espécie de supermaconha produzida em laboratório através de mo-dernas técnicas de engenharia genética vegetal. Híbrida, resultado de vários cruzamentos de tipos de maconha, vindos principal-mente do Egito e Afeganistão. Atualmente é cultivada em estufa através do siste-ma hidropônico, com alto teor de umidade, alta temperatura e luz halógena. É uma planta de 30 centímetros de altura enquanto que a Cannabis Sativa (Maconha) mede 1,80 cm. É muito difícil diferenciar visualmente o Skank da maconha comum. O princípio ativo é o THC (Tetrahidrocannabinol), o mesmo da maconha comum, porém sua concentração de THC é bem maior, de 7 a 10 vezes, em relação a maconha comum (4%). Todas as outras substâncias ativas encontradas na maconha comum são potencializadas no Skank. Quanto as manifestações físicas e psíquicas são semelhantes às das apresentadas com o uso da maconha, porém, pela alta concentração de THC, as manifestações são potencializadas.

Maconha

Maconha

A maconha é o nome dado aqui no Brasil a uma planta chamada cientificamente de Cannabis sativa. Até o início do presente século, a maconha era considerada em vários países, inclusive no Brasil, como um medicamento útil para vários males. Atualmente, em pesquisas recentes, a maconha (ou substâncias dela extraídas) é reconhecida como medicamento em pelo menos duas condições clínicas: reduz ou abole as náuseas e vômitos produzidos por medicamentos anticâncer
e tem efeito benéfico em alguns casos de epilepsia (doença que se caracteriza por convulsões ou "ataques"). Entretanto, é bom lembrar que a maconha (ou as substâncias extraídas da planta) têm também efeitos indesejáveis que podem prejudicar uma pessoa. O THC (tetrahidrocanabinol) é uma substância química fabricada pela própria maconha, sendo o principal responsável pelos efeitos da planta. Assim, dependendo da quantidade de THC presente (o que pode variar de acordo com o solo, clima, estação do ano, época de colheita, tempo decorrido entre a colheita e o uso) a maconha pode ter potência diferente, isto é, produzir mais ou menos efeitos. Efeitos da maconha físicos (ação sobre o próprio corpo ou partes dele) os olhos ficam meio avermelhados (o que em linguagem médica chama-se hiperemia das conjuntivas), a boca fica seca (e lá vai outra palavrinha médica antipática: xerostomia - é o nome difícil que o médico dá para boca seca) e o coração dispara, de 60-80 batimentos por minuto pode chegar a 120-140 ou até mesmo mais (é o que o médico chama de taquicardia). psíquicos (ação sobre a mente). sensação de bem-estar acompanhada de calma e relaxamento, sentir-se menos fatigado, vontade de rir (hilariedade). angústia, ficam aturdidas, temerosas de perder o controle da cabeça, trêmulas, suando.calcular tempo e espaço e um prejuízo na memória e atenção.Quanto aos efeitos na memória eles se manifestam principalmente na chamada memória a curto prazo, ou seja, aquela que nos é importante por alguns instantes.Pessoas sob esses efeitos não conseguem, ou melhor, não deveriam executar tarefas que dependem da atenção, bom senso e discernimento, pois correm o risco de prejudicar outros e/ou a si próprio. Como exemplo disso: dirigir carro, operar máquinas potencialmente perigosas. Delírio é uma manifestação mental pela qual a pessoa faz um juízo errado do que vê ou ouve; por exemplo, sob ação da maconha uma pessoa ouve a sirene de uma ambulância e julga que é a polícia que vem prendê-la; ou vê duas pessoas conversando e pensa que ambas estão falando mal ou mesmo tramando um atentado contra ela. Em ambos os casos, esta mania de perseguição (delírios persecutórios) pode levar ao pânico e, conseqüentemente, a atitudes perigosas ("fugir pela janela", agredir as pessoas conversando em "defesa" antecipada contra a agressão que julga estar sendo tramada). Alucinação é uma percepção sem objeto, isto é, a pessoa pode ouvir a sirene da polícia ou vê duas pessoas conversando quando não existe quer a sirene quer as pessoas. As alucinações podem também ter fundo agradável ou terrificante. Efeitos físicos crônicos da maconha já são de maior montajá que a fumação de maconha contém alto teor de alcatrão (maior mesmo que na do cigarro comum) e nele existe uma substância chamada benzopireno, conhecido agente cancerígeno; ainda não está provado cientificamente que a pessoa que fuma maconha cronicamente está sujeita a contrair câncer dos pulmões com maior facilidade, mas os indícios em animais de laboratório de que assim pode ser são cada vez mais fortes. Testosterona é o hormônio masculino; como tal confere ao homem maior quantidade de músculos, a voz mais grossa, a barba, também é responsável pela fabricação de espermatozóides pelos testículos. Já existem muitas provas que a maconha diminui em até 50-60% a quantidade de testosterona. Conseqüentemente o homem apresenta um número bem reduzido de espermatozóides no líquido espermático (medicamente esta diminuição chama-se oligospermia) o que leva a uma infertilidade. Ou seja, o homem terá mais dificuldade de gerar filhos. É também importante dizer que o homem não fica impotente ou perde o desejo sexual; ele fica somente com uma esterilidade, isto é, fica incapacitado de engravidar sua companheira. Efeitos psíquicos crônicos Sabe-se que o uso continuado da maconha interfere com a capacidade de aprendizagem e memorização e pode induzir um estado de amotivação, isto é, não sentir vontade de fazer mais nada, pois tudo fica sem graça e importância. Este efeito crônico da maconha é chamado de síndrome amotivacional. Além disso, a maconha pode levar algumas pessoas a um estado de dependência, isto é, elas passam a organizar sua vida de maneira a facilitar o uso de maconha, sendo que tudo o mais perde o seu real valor. Finalmente, há provas científicas de que se a pessoa tem uma doença psíquica qualquer, mas que ainda não está evidente (a pessoa consegue "se controlar") ou a doença já apareceu, mas está controlada com medicamentos adequados, a maconha piora o quadro. Ou faz surgir a doença, isto é, a pessoa não consegue mais "se controlar" ou neutraliza o efeito do medicamento passando a apresentar de novo os sintomas da doença. Este fato tem sido descrito com freqüência na doença mental chamada esquizofrenia.- Em um levantamento feito entre os estudantes do 1º e 2º graus das 10 maiores cidades do país, em 1997, 7,6% declararam que já haviam experimentado a maconha e 1,7% declararam fazer uso de pelo menos 6 vezes por mês.